Os casos de doença hepática crônica e cirrose têm recebido mais atenção nas últimas décadas, tanto por mudanças nos hábitos de vida quanto pelo avanço dos métodos de investigação e acompanhamento. Alterações como gordura no fígado, hepatites virais, consumo crônico de álcool e algumas doenças metabólicas podem exigir avaliação médica e seguimento ao longo do tempo.
Entender os fatores de risco e procurar orientação médica diante de exames alterados é uma forma mais segura de cuidar da saúde do fígado. O diagnóstico, o acompanhamento e a indicação de exames devem ser individualizados.
A cirrose é uma condição em que o fígado apresenta alterações estruturais importantes, geralmente relacionadas a um processo crônico de agressão e cicatrização do tecido hepático. Em fases iniciais, muitas doenças do fígado podem evoluir com poucos sintomas, o que torna o acompanhamento médico importante para pessoas com fatores de risco.
Doenças do fígado podem ser silenciosas. Ainda assim, alguns sinais e achados devem motivar avaliação profissional, como cansaço persistente sem explicação, perda de apetite ou peso não intencional, inchaço abdominal ou nas pernas, pele ou olhos amarelados e alterações em exames laboratoriais hepáticos.
Esses sinais não confirmam cirrose por si só. Eles indicam que a pessoa deve procurar orientação médica para investigação adequada.
Exames de imagem, como a ultrassonografia abdominal e a elastografia hepática, podem auxiliar o médico na avaliação do fígado. A elastografia fornece informações relacionadas à rigidez do tecido hepático, o que pode contribuir para a avaliação de fibrose em contextos clínicos específicos.
Não é adequado afirmar que a elastografia substitui automaticamente a biópsia ou qualquer outro exame. A decisão sobre quais exames são necessários depende do médico assistente, do histórico clínico, dos exames laboratoriais e das condições de cada paciente.
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O tratamento e o prognóstico dependem da causa, do estágio da doença e das condições clínicas do paciente. Em muitos casos, controlar a causa da agressão ao fígado ajuda a reduzir risco de progressão. A orientação deve ser individualizada pelo médico.
Não. O álcool é uma causa importante, mas esteatose hepática, hepatites virais e outras doenças também podem estar associadas a dano hepático crônico.
É um exame por ultrassom que avalia características relacionadas à rigidez do fígado. O preparo, a duração e o prazo do laudo devem ser confirmados com a equipe no momento do agendamento.
Depende do histórico, dos fatores de risco e dos exames anteriores. Converse com seu médico para definir se há necessidade de acompanhamento e quais exames são indicados.
Se você recebeu pedido médico para elastografia hepática ou ultrassonografia abdominal, a equipe da UnaClin pode orientar sobre preparo, documentação e disponibilidade de agenda.
Revisão médica: Dr. Ney Reale — CRM-PA 7074 | RQE 2729, Diretor Técnico-Médico da UnaClin.
Este artigo tem finalidade educativa e não substitui consulta, diagnóstico ou orientação médica individual.
Para saber mais sobre diretrizes técnicas relacionadas a doenças do fígado, consulte o site da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH).
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